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O nome histórico de Macau era “Cidade do Santo Nome de Deus de Macau, Não Há Outra Mais Leal”. A segunda metade desta frase (“não há outra mais leal”) foi acrescida ao nome inicial “Cidade do Santo Nome de Deus de Macau” em 1654, devido a uma concessão do rei português D. João IV, como recompensa à lealdade da população da cidade a Portugal durante a União Ibérica. Diz-se que Macau foi o único ponto de todos os territórios portugueses, metropolitanos e ultramarinos, que nunca içou a bandeira espanhola. Além disso, a população de Macau tinha enviado ao rei D.João IV uma oferta de armas e dinheiro como expressão de felicidade sobre a nova independência da Espanha.

História do “Dia de Macau”

(até 1999, era feriado em Macau; hoje em dia, já não se chama “Dia de Macau” em Macau, mas continua viva a memória na comunidade macaense)

“Quando o padre jesuíta Rho disparou um tiro de canhão e acertou com precisão, um vagão carregado de pólvora pertencente às forças invasoras holandesas, no dia 24 de Junho de 1622, Dia de São João Baptista, iniciava-se a história que originou o DIA DE MACAU:

Oitocentos soldados holandeses desembarcaram na praia de Cacilhas, hoje região do reservatório, para tentar tomar Macau. Sessenta europeus e noventa macaenses tiveram que retroceder das areias de Cacilhas diante da sua inferioridade numérica. Os sinos tocavam insistentemente, as senhoras refugiavam-se em São Paulo e os tesouros foram guardados no Seminário. A cidade do Santo Nome de Deus estava desprotegida. A maior parte dos portugueses viajara para o estrangeiro, comum naquela época do ano. Os holandeses, felizmente, não sabiam disso.

Avançando com cautela, sofreram pesado bombardeio de canhões da cidadela do Monte e um tiro disparado pelo padre jesuíta Rho acertou, em cheio, aquele vagão de pólvora. Isto desconcertou as forças invasoras. Dirigiram-se então ao cume a Ermida da Guia onde foram detidos pelas forças lideradas por Rodrigo Ferreira. O golpe final aos holandeses deu-se com a junção de dois grupos de combate de Macau que os atacaram quando se dirigiam a outra elevação. Em debandada, os holandeses ainda foram atacados pela população local. No combate final em Cacilhas, os holandeses, derrotados, jogaram-se ao mar na tentativa de alcançar os barcos. Muitos se afogaram e um dos barcos, superlotado, afundou-se. Dizem os registos portugueses que cerca de 350 holandeses morreram em combate ou afogados. Do nosso lado, os mortos foram 4 portugueses, 2 espanhóis e vários negros, para uma batalha que durou cerca de duas horas.

Para Macau, desprevenida, a vitória foi considerada um milagre. Após os combates, foram todos à Catedral para uma solene acção de graças, tendo o Senado e os moradores feito votos de comemorar este dia daí em diante, cuja salvação da cidade foi atribuída a São João Baptista. Conta a lenda que pelo seu manto, foram desviados os tiros dos inimigos.

24 DE JUNHO - DIA DE MACAU foi assim instituída para comemorar esta gloriosa vitória.”

É uma data histórica, DIA DE SÃO JOÃO BAPTISTA, padroeiro da Cidade de Santo Nome de Deus, Não Houve Outra Mais Leal.

Fontes de consulta: "Macau Histórico" de C.A Montalto de Jesus - Livros do Oriente;